Mel de Socotra: origem, degustação e conservação
Socotra, uma ilha classificada como Património Mundial
L’arquipélago de Socotra estende-se por 250 quilómetros e inclui quatro ilhas e dois ilhéus rochosos, na extensão do Corno de África. Está inscrito no Património Mundial da UNESCO desde 2008, apenas pela sua biodiversidade. Segundo a UNESCO, o local reveste-se de importância universal: 37% das 825 espécies vegetais da ilha, 90% dos seus répteis e 95% dos seus caracóis terrestres não se encontram em mais nenhum outro lugar do mundo. Pode consultar a ficha oficial do arquipélago de Socotra no sítio do Património Mundial.
Esta singularidade tem uma consequência direta no mel. As abelhas de Socotra coletam néctar de flores endémicas que não se encontra em nenhum outro território, a começar pelo famoso árvore do dragão (Dracaena cinnabari), a árvore de sangue-de-dragão, cuja silhueta em forma de guarda-chuva se tornou o emblema da ilha. Uma origem que, por definição, não pode ser reproduzida noutro local.
O que torna o mel de Socotra tão especial
Uma ilha, várias fontes de néctar
A flora de Socotra não se limita à árvore-dragão. Também se encontram lá ziziphus, a árvore da qual se extrai o famoso mel de sidr, de eufórbias e aloe. São tantas fontes melíferas que conferem aos méis da ilha perfis variados, consoante a estação do ano e a altitude em que são colhidos. É também isso que distingue um méis identificado pelo seu ilha de origem de um mel monofloral clássico.
Como saborear o mel de Socotra?
- Primeiro, à colher, à temperatura ambiente: é a única forma de perceber verdadeiramente o carácter de um mel de origem.
- Com pão fresco, mais neutro do que com sabor a brioche, para não encobrir os seus aromas.
- Com iogurte natural : a acidez do iogurte realça as notas do mel, sem nunca as encobrir.
- Como presente gastronómico : uma origem que o destinatário provavelmente nunca provou, num frasco que se destaca.
- Não o aqueça. Aguarde até que a bebida quente arrefeça, sem ultrapassar os 40 °C, antes de adicionar o mel.
O mel de Socotra ganha todo o seu significado quando comparado com outros de diferentes origens. Descubra-o ao lado da nossa seleção de méis do mundo, e se o Iémen lhe despertar a curiosidade, continue a ler as nossas mel de Sidr, colhidos da árvore de jujuba, o outro grande nome da apicultura iemenita.
Como se deve conservar o mel de Socotra?
Guarde o frasco em temperatura ambiente, num local seco, protegido da luz e do calor, com a tampa bem fechada. Evite o frigorífico, o que acelera a cristalização. Se o mel solidificar com o tempo, trata-se de um fenómeno natural e não de um defeito: um banho-maria morno, sem ultrapassar os 40 °C, irá devolver-lhe a fluidez. Utilize sempre uma colher limpa e seca para o retirar.
Informações sobre o produto
Por que comprar o seu mel de Socotra na Miel Store?
Um mel proveniente de um arquipélago classificado como Património Mundial, com uma flora endémica única no mundo.
Uma apresentação com a identidade da marca, fiel ao ADN da Miel Store e ao seu universo de bem-estar.
Socotra, Sidr do Iémen, jujubheiro de Madagáscar: néctares que não se encontram em mais lado nenhum.
Uma experiência concebida para descobrir iguarias cuidadosamente selecionadas, com o código Miel10.
Perguntas frequentes: mel de Socotra, do Iémen
O que é o mel de Socotra?
Onde fica a ilha de Socotra?
Por que é que o mel de Socotra é raro?
Qual é a diferença em relação ao mel de Sidr do Iémen?
Como é que se conserva este mel?
Qual é o formato do frasco?
Por que encomendar o seu mel de Socotra na Miel Store?
Tal como todos os méis, este produto não é recomendado para crianças com menos de 12 meses.